Paulo Roberto Segundo e os Signos no Hemisfério Sul da Terra Paulo Roberto Segundo e os Signos no Hemisfério Sul da Terra



 
TEXTOS BÁSICOS
(explicando o conceito)


"Por causa dos 23,5° de inclinação do eixo de rotação da Terra, todas as energias astrais que atingem o Hemisfério Sul produzem efeitos opostos aos que são produzidos no Hemisfério Norte: isso representa Estações do Ano e Signos Zodiacais opostos nos dois hemisférios".
 
O Sol é o ponto central das doze Constelações que representam os doze Signos Zodiacais.
Ao redor do Sol giram (em seus movimentos de translação) Mercúrio, Vênus, Terra e Lua, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão.
As doze Constelações formam uma espécie de cinturão, um círculo, dentro do qual se localizam o Sol e os demais astros, e servem de pontos fixos de referência para todas as análises Astrológicas que são feitas dia após dia.
Como a Terra também executa o seu movimento de rotação, além do movimento de translação, girando sempre no mesmo sentido, tem-se a impressão de que ela esteja sempre parada e que os demais Astros e as doze Constelações é que estejam girando ao seu redor, inclusive dando a impressão de que, de vez em quando, alguns Astros estejam se movimentando em direção oposta (movimento retrógrado).
Enquanto executa o seu movimento de translação ao redor do Sol, juntamente com os demais Astros, a Terra recebe energias desses Astros em toda a sua superfície. Mas, como ela possui dois hemisférios e mantém uma inclinação constante de 23,5° em seu eixo de rotação, a energia que cada hemisfério recebe é sempre em quantidade e intensidade diferentes e opostas da que o outro recebe. E dessa forma, enquanto um hemisfério recebe energia em quantidade e intensidade suficientes para produzir a Primavera, o outro recebe a mesma energia em quantidade e intensidade suficientes para produzir o Outono; enquanto um recebe energia em quantidade e intensidade suficientes para produzir o Verão, o outro recebe a mesma energia em quantidade e intensidade suficientes para produzir o Inverno, existindo sempre uma alternância entre os dois hemisférios a cada seis meses, ou 180° de percurso da Terra em seu movimento de translação - isso acontece justamente em função dos 23,5° de inclinação do eixo de rotação da Terra.
Da mesma forma que os efeitos do Sol sobre a superfície da Terra são duplos e opostos nos seus dois hemisférios, os efeitos dos demais Astros, e das Constelações, inclusive, são também duplos e opostos sobre os seus dois hemisférios.
Além dos movimentos de rotação e translação, a Terra executa também o seu movimento de "precessão", o que faz com que os seus pólos Sul e Norte mudem de direção na proporção de 1° a cada 72 anos; 30° a cada 2160 anos; 360° a cada 25.920 anos - número que representa "O Grande Ano dos Hermetistas" e  a quantidade de vezes que cada pessoa respira durante 24 horas.
A coincidência entre Signos e Constelações somente acontece a cada período de 25.920, o que demonstra que Signos e Constelações são duas coisas diferentes.
Através da Constelações podem ser marcadas e definidas as "Eras" para os dois hemisférios terrestres. E através das Estações do Ano, divididas em espaços de tempo que representam doze períodos de 30°, é que se pode definir com exatidão os Signos Zodiacais.
Nas Estações do Ano as oposições são facilmente identificadas, e são de aceitação geral.
Resta agora haver identificação e aceitação em relação aos Signos.


NOSSA OPINIÃO
 
 
Desde os tempos de Omar Cardoso, a Astrologia no Brasil nunca foi tratada como um assunto sério. Os horóscopos, publicados em jornais e divulgados em emissoras de rádio, eram feitos por pessoas que não possuíam qualquer tipo de conhecimento sobre a matéria. Havia até uma brincadeira que se fazia nas redações:
- Chefe da redação: Quem é que está desocupado?
- Repórter: Eu estou, Chefe!
- Chefe da redação: Então você faz o horóscopo de amanhã.
A Astrologia e o horóscopo eram apenas matérias divertidas para preencher espaços e mexer com a imaginação dos leitores e dos ouvintes.
Existe uma Astróloga famosa, que começou a carreira na Rádio Globo do Rio, que sabe muito bem o que significa isso que estamos dizendo, pois foi exatamente assim que ela começou. Seu nome? Ora, tentem descobrir!
A nossa atuação durante 26 anos em várias emissoras de rádio do Brasil nos credencia a fazer esse tipo de afirmação, e era assim mesmo que se faziam os famosos horóscopos de cada dia.
Hoje em dia existe um pouco mais de seriedade, porque a Astrologia virou moda e muita gente viu aí uma ótima fonte de renda. E, além do mais, os horóscopos podem ser encontrados em várias páginas da Internet, o que significa que eles não mais são feitos pelos desocupados das redações.
Entretanto, apesar disso, a Astrologia continua não sendo levada muito a sério pelas pessoas sensatas. E a razão é uma só: as pessoas sensatas sabem perfeitamente bem que a Astrologia que se divulga nos meios de comunicação do país é apenas uma TRADUÇÃO da Astrologia que foi desenvolvida no Hemisfério Norte e que veio para cá através dos imigrantes franceses (vide pai do Omar Cardoso) e espanhóis, principalmente.
Quem já teve a oportunidade de participar de alguma palestra ou curso de Astrologia com certeza vai lembrar que foi dito por quem estava ministrando a palestra ou o curso que: Para efeitos astrológicos, nós devemos continuar entendendo que a Terra continua sendo o centro do Universo e que tudo o mais gira ao seu redor....
Isso é dito porque essa afirmação absurda encontra-se em vários livros editados e publicados no Hemisfério Norte e traduzidos para o nosso idioma, e é através dos textos desses livros que os candidatos a Astrólogos e Astrólogas aqui do Hemisfério Sul buscam o conhecimento e o aperfeiçoamento.
Acontece que, para o Hemisfério Norte, realmente tanto faz como tanto fez se a consideração é de que a Terra gira em torno do Sol ou se é o inverso, porque, para aquele hemisfério, as datas apresentadas correspondem aos fenômenos de uma forma ou de outra, principalmente às Estações do Ano. No entanto, para o Hemisfério Sul a realidade é diferente, porque as datas não correspondem às nossas Estações, e para compreender porque isso acontece é preciso saber e entender como e porque a Terra gira em torno do Sol, porque é somente assim que se vai saber exatamente porque que as Estações do Ano são opostas nos dois hemisférios, e porque que os livros (textos) não podem ser apenas traduzidos e aplicados ao nosso hemisfério, eles precisam ser adaptados às nossas reais condições astronômicas, geográficas e climáticas.
Enquanto estivermos nos guiando apenas pelas traduções que são feitas dos livros astrológicos que são produzidos no Hemisfério Norte, continuaremos a pensar e a acreditar que os nossos Signos de Nascimento são os mesmos das pessoas que nascem lá. Mas, a partir do momento que fizermos as devidas adaptações, entenderemos perfeitamente bem que os nossos Signos são opostos aos das pessoas que nascem no Hemisfério Norte e que, coincidência só existe nas datas do calendário os fenômenos naturais são opostos nos dois hemisférios nas mesmas datas do calendário (Primavera - Outono; Verão - Inverno; Outono Primavera; Inverno Verão).
O resultado dessa grande brincadeira astrológica é que todo mundo do Hemisfério Sul sabe dizer qual é o seu Signo, mas a grande maioria não tem a menor idéia de que esse Signo somente corresponde à data do Hemisfério Norte e que nada tem a ver com a realidade do momento do seu nascimento, porque os Signos correspondem às Estações do Ano e as Estações do Hemisfério Sul são opostas às Estações do Hemisfério Norte nas mesmas datas do calendário.
O resultado disso tudo é que a Astrologia sempre funcionou muito bem no Hemisfério Norte e nunca funcionou muito bem aqui no Hemisfério Sul, e tudo por causa de um equívoco simples de ser corrigido: o equívoco é achar que os textos do Hemisfério Norte servem também para o Hemisfério Sul; e a correção é adaptar os textos à nossa realidade.
Em função desse equívoco, que ainda permanece (pelo menos 99% dos livros de Astrologia que existem no Hemisfério Sul, principalmente aqui no Brasil, são apenas traduções), é comum se ouvir as pessoas dizerem que não acreditam na Astrologia, porque não conseguem se achar nas informações sobre os seus Signos (?).
Pois, bem ! As informações contidas em um Signo têm de funcionar como uma espécie de espelho e as pessoas precisam, ao ler as informações, ver o reflexo do que são, por inteiro, e não pela metade ou faltando algum pedaço. Se alguém não consegue ver o seu reflexo é porque alguma coisa está errada.
Quando isso acontece (e sempre acontece), quando as pessoas não conseguem se identificar totalmente com os seus supostos Signos, alguns Astrólogos e Astrólogas costumam dizer que as pessoas estão com algum tipo de problema de aceitação e chegam a sugerir a ida a um profissional da área da Psicologia.
Durante os 26 anos em que atuamos no Rádio e durante mais quatro fora do Rádio estivemos empenhados em questionar as pessoas para saber por que elas não se identificavam com os seus Signos (?), e a resposta mais comum sempre foi: Em alguns pontos eu me encontro, mas outros não têm nada a ver comigo.
As pessoas que mais se identificavam eram sempre aquelas que tinham o ascendente oposto ao Signo de Nascimento.
Nos últimos anos temos sugerido a essas pessoas que façam uma adaptação dos textos traduzidos que costumam ler, colocando os Signos em relação direta com as respectivas Estações do Ano, e todas que fizeram isso passaram a se entender muito melhor e conseguiram, de fato, se identificar com os seus Signos.
Até hoje a Astrologia foi apresentada sem questionamento, e as pessoas tinham apenas duas opções: acreditar ou não acreditar. Agora ela está sendo questionada (quanto à maneira como é apresentada para o Hemisfério Sul) e existe uma nova opção: você pode considerar que o seu Signo seja o oposto do que sempre acreditou que fosse.
Importante é considerar o seguinte: A Astrologia mexe com todos os setores de uma vida, e se você pretende aplicá-la à sua vida é bom considerá-la por todos os lados antes de aceitá-la pura e simplesmente. E em última instância, a escolha é sua!






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